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PROTEÇÃO


Poluição interior – Síndrome dos Edifícios  escritórios Doentes

 

A síndrome é caracterizada por microrganismos trazidos das ruas nas solas de sapatos, nas roupas ou mesmo no nariz de pessoas gripadas. Aos milhões, eles caem no carpete, espalham-se pelo ar e entram nos dutos de ar-condicionado até encontrarem na bandeja de água um meio propício para se multiplicarem.De lá, voltam a transitar pelas salas, contaminando as pessoas e provocando esse problema de saúde próprio das grandes cidades.

Fungos e bactérias podem ser decorrentes dos aparelhos de ar-condicionado que, por falta de manutenção adequada ou medida de economia, são programados para não renovar o ar, e sim recircular o ar viciado dentro das salas. Isso prejudica a população que freqüenta os ambientes fechados dos centros urbanos, como: casas, hospitais, empresas, shoppings, cinemas, restaurantes, hotéis, etc.

Como medida de garantir a qualidade do ar de interiores e prevenir riscos às aúde dos ocupantes de ambientes climatizados, o Ministério da Saúde publicou Portaria nº 3523, de 28 de agosto de 1998, contendo regras básicas referentes aos procedimentos de limpeza e manutenção dos sistemas de climatização; e a Resolução Nº 09, de 16 de janeiro de 2003 (atualização da RE 176, de 24 de outubro de 2000) que estabelece parâmetros para análise da qualidade do ar interior.

As pessoas podem reclamar de um ou mais dos seguintes sintomas: irritação e obstrução nasal; desidratação e irritação da pele, irritação e secura na garganta; irritação e sensação de secura nas membranas dos olhos; dor de cabeça, letargia e cansaço generalizado, levando à perda de concentração. Normalmente, esses sintomas aumentam durante a permanência no prédio.

Portanto, além da limpeza e manutenção adequada dos dutos de ar-condicionado, é possível realizar um tratamento simples e eficaz contra a proliferação de microorganismos. Trata-se de um seguro processo de desinfecção de ambientes e controle de doenças decorrentes de contaminação microbiana, que utiliza tecnologia não prejudicial ao homem ou ao meio ambiente. O tratamento forma uma película ativa protetora nas superfícies durante o período de seis meses, dependendo das atividades do estabelecimento, eliminando e impedindo a proliferação dos agentes nocivos, tornando o local sano.

 

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